Sumário
Introdução
Clube
da luta (Fight Club) é um filme de 1999, com direção de David Fincher e roteiro
de Jim Uhls, adaptado do livro homônimo de Chuck Palahniuk. Baseia-se na
relação entre o narrador “Jack” e sua sombra Tyler Durden que formam juntos um
clube, que dá nome ao filme. O seguinte trabalho irá traçar um tipo ideal para os
integrantes do Clube da luta por meio da análise das personalidades do narrador
e Tyler Durden. Para tanto, reporto-me às teorias sociológicas de Max Weber e
analisarei as seguintes categorias: dominação, tipo ideal, ação social.
O
trabalho dialogará com a sociologia de Durkheim e demonstrará as diferenças ao
utilizar ambos os métodos em um mesmo objeto. O maior desafio para o trabalho
será, sem dúvida, mesclar entre as duas abordagens, pois, ambas solicitam
posicionamentos diferentes quanto ao objeto de estudo. Uma a durkheimiana, e a
crença na análise positiva das coisas, e outra, a weberiana, admitindo a
impossibilidade de se ver separado do objeto.
O
grande objetivo do trabalho é realizar a discussão sobre a dicotomia “indivíduo
e sociedade”, e analisar a possibilidade de existir forças que se interagem em
oposição entre si. Para auxiliar nessa relação de forças recorro ao conceito de
configuração ou figuração do Norbert Elias. Assim, ao invés de uma simples
análise dos acontecimentos do filme, a pesquisa pretende analisar os métodos
dos autores em sua completude. Esse trabalho não possui um caráter conclusivo.
1. Clube da Luta como
fato social
O
Clube da Luta é um ambiente onde indivíduos, exclusivamente do sexo masculino,
se encontram e disputam lutas violentas. Adiante no filme, há uma nova
finalidade para o Clube da Luta, que acaba se tornando um grupo
antimaterialista, anticapitalista que pratica crimes com a finalidade de
afrontar o sistema. Como explicar o Clube da Luta? Por que pessoas se
comprometeriam com um grupo a ponto de querer destruir a ordem social
existente? Qual a força que os rege?
Para
Durkheim somente um fato social, geral, coercitivo e externo ao grupo
explicaria como os indivíduos se comprometeriam de tal forma. Na visão de
Durkheim, o narrador “Jack”, sofre uma forte coerção da sociedade para viver
uma vida comum numa sociedade capitalista, ou seja, trabalhar e consumir. A
sociedade pressiona o indivíduo a manter-se nesse padrão e quando há um desvio
de comportamento, há uma reação da sociedade que tenta arrastá-lo para um ponto
de convergência. Durkheim sobre isso diz,
“Se
tento violar as regras do direito, elas reagem contra mim para impedir meu ato,
se estiver em tempo, ou para anulá-lo e restabelecê-lo em sua forma normal, se
tiver sido efetuado e for reparável, ou para fazer com que eu o expie, se não puder
ser reparado de outro modo. Em se tratando de máximas puramente morais, a
consciência pública reprime todo ato que as ofenda através da vigilância que
exerce sobre a conduta dos cidadãos e das penas especiais de que dispõe.
(Durkheim, 2007, p.2 – 3)”
Durkheim,
diria que Jack, ao perceber o que era a sociedade capitalista e materialista, e
não estando sobre a influência dela, começa a perceber sua própria essência
como indivíduo,
“Assim, a partir do momento em que a assembléia se dissolve, em que essas
influências cessam de agir sobre nós e nos vemos de novo a sós, os sentimentos
vividos nos dão a impressão de algo estranho no qual não mais nos reconhecemos.
Então nos damos conta de que sofremos esses sentimentos bem mais do que os
produzimos. Pode acontecer até que nos causem horror, tanto eram contrários à
nossa natureza. (DURKHEIM, 2007, p.5)”
O
Clube da Luta seria, conforme o autor, uma corrente social, ou seja, um
ambiente constituído de moral própria e de organização definida e seria o poder
coercitivo dessa moral, a força que regeria os indivíduos no Clube da Luta que
seria forte o suficiente para fazê-los enfrentarem outra ordem social já
estabelecida, conforme Durkheim:
“(...)
só há fato social onde há organização definida. Mas existem outros fatos que,
sem apresentar essas formas cristalizadas, têm a mesma objetividade e a mesma
ascendência sobre o indivíduo. É o que chamamos de correntes sociais. Assim,
numa assembléia, os grandes movimentos de entusiasmo ou de devoção que se
produzem não têm por lugar de origem nenhuma consciência particular. Eles nos
vêm, a cada um de nós, de fora e são capazes de nos arrebatar contra a nossa
vontade. (DURKHEIM, 2007, p. 4-5)
Percebemos
que à medida que o Clube da Luta vai crescendo, faz-se necessária a formulação
de regras entre os lutadores, divisão técnica ou social do trabalho e isso gera
para o grupo a solidariedade necessária para sua existência. O primeiro efeito
dessa solidariedade é, portanto, a punição para os atos desviantes. De forma
que, falar do Clube da Luta, ou conspirar contra ele, ou fazer perguntas sobre
ele é prontamente reprimido, regra aplicada de forma geral, mesmo contra seu
criador Jack (personificando Tyler Durden).
Isso
se deve ao fato de tratar-se de um grupo social considerado “inferior” onde, de
modo geral, o direito é “quase exclusivamente penal”. “É
assim que indivíduos perfeitamente inofensivos na maior parte do tempo podem
ser levados a atos de atrocidade quando reunidos em multidão.” (Durkheim, 1999,
p.48).
2. Análise Weberiana do
Clube da Luta
O Clube
da Luta na análise weberiana seria compreendido primeiramente pelos indivíduos
que o formam, a partir de suas ações compreensíveis. Para tanto, vou delimitar
a análise no ‘Jack’ olhando-o sem considerar sua sombra ‘Tyler Durden’. Em
condições normais de análise não seria possível verificar, sem apelar à
psicologia, a existência de uma segunda personalidade atuando em Jack. Para a
análise sociológica não é possível levar em conta o estado psicofísico dos
indivíduos, assim diz Weber:
“Uma
acção significativa, isto é, compreensível, não se dá em muitos casos de
processos psicofísicos, e noutros só existe para os peritos; os processos
místicos e, por isso, não adequadamente comunicáveis por meio de palavras não
são de todo compreensíveis para os que não estão abertos a semelhantes
vivências.” (WEBER, 2010, p.8)
Podemos
encontrar convicções chave de Jack para a compreensão do Clube e formação de um
tipo ideal,
“Para compreender uma ação através do método científico, o sociólogo
trabalha então com uma elaboração limite, essencial para o estudo sociológico,
que chama de tipos puros ou ideais, vazios de realidade concreta ou estranhos
ao mundo, ou seja: abstratos, conceituais.” (QUINTANEIRO
et al., 2003, p.105)
Podemos
listar aqui algumas convicções (sobretudo políticas e filosóficas) em comum
entre os indivíduos do Clube da Luta com seus criadores como, o desapego ao
consumo, anticapitalismo, sofrimento como forma de superação das fraquezas.
Essas são algumas características do Clube da Luta, que convergem com características
pessoais de seus criadores. Portanto, as ações dos indivíduos estão orientadas
para essa perspectiva.
Quando
“Bob”, realizando uma das missões designadas, explode um monumento e o faz
rolar contra uma cafeteria de franquia, sob a perspectiva do tipo ideal, criada
para o Clube da Luta, podemos perceber que as ações são racionais e que elas
possuem finalidades e valores que as guiam. A finalidade, para esse exemplo,
seria o cumprimento do “projeto destruição”, previamente discutido, instrumentalizado
e planejado e orientado pela crença anticapitalista e anticonsumista. Outro
exemplo são as explosões dos apartamentos e prédios, realizadas com a mesma
finalidade, orientadas sob a mesma crença.
Então
aparece a primeira grande dificuldade do método weberiano, pois, até onde
poderemos delimitar a racionalidade das ações? Ou seja, cabe perguntar, o que
distingue, dentro do método weberiano, uma ação racional da irracional? Para
Weber as ações baseadas em tradições ou conduzidas por emoções, que possuam uma
conexão de sentido subjetiva entre os indivíduos são consideradas irracionais.
Se atentando exclusivamente na figura de Jack, sem considerar sua personagem
inconsciente Tyler Durden poderia ser considerada irracional? Conforme
Quintaneiro at al. analisando a sociologia de Weber sim,
Diz-se que o sujeito age de modo afetivo quando sua ação é inspirada em
suas emoções imediatas - vingança, desespero, admiração, orgulho, medo, inveja,
entusiasmo, desejo, compaixão, gosto estético ou alimentar etc. - sem consideração
de meios ou de fins a atingir. (QUINTANEIRO at al., 2003, p.107)
Sob
essa perspectiva, Jack teria realizado uma ação irracional emotiva, a priori,
uma vez que não considerou o método, portanto os meios, para atingir seus
objetivos, não há como falar numa ação puramente racional. O analista, ao
deparar-se com as ações não pode vislumbrar encontrar ações que sejam puramente
racionais, como não pode vislumbrar o contrário, que ações são puramente
irracionais.
Tudo
dependerá do ponto de vista escolhido. Cabe ao cientista social conseguir
observar o maior número possível de variantes dentro do tipo ideal formado. A
qualidade do tipo ideal se dará quanto mais da realidade ele consegue se
aproximar.
Outro
fator importante, que deve ser considerado é quem, dentro do grupo, detêm o
poder e de que forma esse indivíduo exerce o poder. Para responder a essa
questão Weber criou uma categoria específica, a dominação. É por meio da
dominação que Weber explica como uma determinada estrutura social se mantém e
como o poder se articula dentro dessa estrutura. Dominação é:
“Os
meios utilizados para alcançar o poder podem ser muito diversos, desde o
emprego da simples violência até a propaganda e o sufrágio por procedimentos
rudes ou delicados: dinheiro, influência social, poder da palavra, sugestão e
engano grosseiro, tática mais ou menos hábil de obstrução dentro das
assembléias parlamentares.” (WEBER apud QUINTANEIRO at al, 2003, p.119)
Weber
classificou a dominação em três tipos legítimos que são: a legal, a tradicional
e a carismática.
“a
do “ontem eterno”, isto é, dos mores santificados pelo reconhecimento
inimaginavelmente antigo e da orientação habitual para o conformismo. É o
domínio tradicional exercido pelo patriarca e pelo príncipe patrimonial de
outrora. (...) A do dom da graça (carisma) extraordinário e pessoal, a
dedicação absolutamente pessoal e a confiança pessoal na revelação, heroísmo ou
outras qualidades da liderança individual. É o domínio carismático exercido
pelo profeta ou - no campo da política - pelo senhor de guerra eleito, pelo
governante plebiscitário, o grande demagogo ou o líder do partido político.
Finalmente, há o domínio da legalidade, em virtude da fé na validade do
estatuto legal e da competência funcional, baseada em regras racionalmente
criadas. Nesse caso, espera-se o cumprimento das obrigações estatutárias. É o
domínio exercido pelo moderno servidor do Estado e por todos os portadores do
poder que, sob este aspecto, a ele se assemelham.” (WEBER apud QUINTANEIRO at al, 2003,
p.120)
O
tipo de dominação que Jack (sob o nome de Tyler Durden) provoca nos indivíduos
é uma dominação carismática. Carismática porque, os demais indivíduos do grupo
vêm em sua causa legitimidade e dotada de qualidades. À medida que o grupo vai
se estruturando em torno de regras próprias, essa dominação foi se tornando uma
dominação legal, pois há fé no cumprimento dessas leis. Não fale sobre o clube
da luta, não faça perguntas, lute em duplas até que um desista são exemplos de
uma dominação gerada por essas regras. E mais, é provável que conforme foram chegando novos membros essas
regras foram passadas na forma de tradição, ou seja, as ações conforme passam
as gerações num grupo vão saindo do campo da racionalidade.
3. A dicotomia sociedade
x indivíduo por Norbert Elias
Até
aqui vimos duas abordagens distintas para a análise da sociedade. Ambas buscam explicar a sociedade. No caso de
Durkheim o indivíduo é tomado por uma força superior que para ele, era a
sociedade e que tal formava os indivíduos. No caso de Weber, o contrário, o
indivíduo era o formador da sociedade por meio de suas ações. São movimentos e
percepções opostas, mas será que seriam oposições não complementares, ou uma
dicotomia, ou seja, opostas e complementares? Para Norbert Elias era exatamente
esse o caso.
Norbert
Elias questionava as duas linhas de pensamento, tanto durkheimiana, quanto
weberiana, sobre isso argumentava,
“Ao lidarem com um gênero literário, buscam o escritor que constituiu o
que os outros seguiram como modelo. Ao depararem com formações em que esse tipo
de explicação é difícil — a linguagem ou o Estado, por exemplo —, ao menos
procedem como se essas formações sociais pudessem ser explicadas da mesma forma
que as outras, aquelas que seriam deliberadamente produzidas por pessoas
isoladas para fins específicos. Podem argumentar, por exemplo, que a finalidade
da linguagem é a comunicação entre as pessoas, ou que a finalidade do Estado é
a manutenção da ordem — como se, no curso da história da humanidade, a
linguagem ou a organização de associações específicas de pessoas sob a forma de
Estados tivesse sido deliberadamente criada para esse fim específico por indivíduos
isolados, como resultado de um pensamento racional. E, com bastante freqüência,
ao serem confrontados com fenômenos sociais que obviamente não podem ser
explicados por esse modelo, como é o caso da evolução dos estilos artísticos ou
do processo civilizador, seu pensamento estanca. Param de formular perguntas.”
(ELIAS, 1994, p.53-54)
Nessa
argumentação, Norbert Elias critica o método sociológico weberiano que seria
incapaz de responder questões com relação aos processos formadores por meio da
análise dos indivíduos orientados por ações racionais com relação a fins. Para
Elias o método seria incapaz de explicar a mudança nos meios de vida das
pessoas, sobre isso ele diz,
“Ela
só existe porque existe um grande número de pessoas, só continua a funcionar porque
muitas pessoas, isoladamente, querem e fazem certas coisas, e no entanto sua
estrutura e suas grandes transformações históricas independem, claramente, das
intenções de qualquer pessoa em particular.” (ELIAS, 1994, p.12)
Sobre
o campo durkheimiano Elias diz,
No campo oposto, essa abordagem das formações históricas e sociais é
amiúde tratada com desdém. Nele, o ser humano, como indivíduo, mal chega a
desempenhar algum papel. Os modelos de pensamento aí utilizados são,
primordialmente, modos de explicação extraídos das ciências puras ou aplicadas.
Mas, como tantas vezes acontece quando se transferem modelos conceituais de um
campo para outro, os modelos científicos tendem a assumir um caráter metafísico
que, dependendo das necessidades e preferências de seus usuários, pode saber
mais a uma religião da razão ou a uma fé mística. Basicamente, podem-se
distinguir duas tendências predominantes nesse campo. Comum a ambas é o esforço
de explicar as formações e processos sócio-históricos como produtos necessários
da ação de forças supraindividuais anônimas, que são quase totalmente imunes à
intervenção humana. (ELIAS, 1994, p.54)
Até
aqui vimos críticas severas a ambos os métodos, porém, a intenção de Elias não
era descartar as preposições acima, mas concilia-las e formar um método de
análise que considere ambas, ou seja, ele defende um método de análise que não
seja radical, seja para o indivíduo, seja para as instituições sociais. Ele
diz,
Toda sociedade grande e complexa tem, na verdade, as duas qualidades: é muito
firme e muito elástica. Em seu interior, constantemente se abre um espaço para
as decisões individuais. Apresentam-se oportunidades que podem ser aproveitadas
ou perdidas. Aparecem encruzilhadas em que as pessoas têm de fazer escolhas, e
de suas escolhas, conforme sua posição social, pode depender seu destino
pessoal imediato, ou o de uma família inteira, ou ainda, em certas situações,
de nações inteiras ou de grupos dentro delas. (...) Mas as oportunidades entre
as quais a pessoa assim se vê forçada a optar não são, em si mesmas, criadas
por essa pessoa. São prescritas e limitadas pela estrutura específica de sua
sociedade e pela natureza das funções que as pessoas exercem dentro dela. E,
seja qual for a oportunidade que ela aproveite, seu ato se entremeará com os de
outras pessoas; desencadeará outras seqüências de ações, cuja direção e
resultado provisório não dependerão desse indivíduo, mas da distribuição do
poder e da estrutura das tensões em toda essa rede humana móvel. (ELIAS, 1994,
p.40)
Utilizando
o método de Elias, ele diria que o Clube da Luta possui uma configuração
enquanto grupo social e é essa configuração que irá nortear as decisões,
conforme a posição da pessoa no grupo e o do poder que essa pessoa possui que
desencadeará outro grupo de ações das quais ela pode não ter poder algum.
Se
analisarmos a cena de ‘Bob’ percebemos que ele só realizou essa ação porque o
Clube da Luta se configurou de tal forma que a única opção de ação que Bob
tinha, tendo em vista sua posição no grupo, era de executar a explosão do
monumento e destruir a cafeteria. Essa ação desencadeou a reação da polícia,
que tendo poder legítimo sob o uso da força (concedido pelo Estado) decidiu
atirar em ‘Bob’, atingindo-o na cabeça.
Analisando
mais de perto o policial percebemos que a decisão de atirar em Bob é claramente
racional e tinha por finalidade deter o homem que explodiu o monumento, porém,
só foi possível devido uma configuração social específica que limitou sua
decisão. Portanto a decisão dele é tanto individual quanto social.
Considerações Finais
O
Clube da luta é um ótimo exemplo para expor as dificuldades encontradas por
ambos os métodos, seja de Durkheim, seja de Weber, pois possui peculiaridades
intrínsecas ao arcabouço ideológico de ambas. Nenhuma das teorias quando
colocadas de forma isoladas puderam analisar o grupo ou indivíduos de forma
completa.
Porém,
é perceptível que, embora opostas, nenhuma parece desencadear a negação da
outra e esse trabalho, ao invés de buscar a resposta no conflito das teorias,
encontrou na relação delas, e por isso se encaixa perfeitamente o trabalho de
Norbert Elias, um método sociológico mais completo e menos radical.
O
método das configurações de Norbert Elias serve seja para a análise dos
pequenos grupos sociais como a família ou tribos urbanas, como também para
relações internacionais entre países ou continentes, e é de grande valor para o
cientista social a compreensão desse modelo de análise, principalmente em um
mundo globalizado como o que vivemos.
O
trabalho, como precedido, não possui caráter conclusivo, pois ficam abertas
questões importantes sobre os fatores psicológicos encontrados durante todo o
filme. Embora respondido pelos autores como indesejável ao método sociológico
(seja ele qual for), me parece importante compreender as ações e até a própria
estrutura social por meio da saúde mental de seus indivíduos, visto que numa
correlação sociedade/indivíduo, as decisões passam por um processo mental
intenso.
Referências
DURKHEIM,
Émile. “O que é fato social?” in: As
regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2007, 3ª ed.
DURKHEIM,
Émile. “Solidariedade mecânica ou por
similitudes” in: Da divisão do trabalho social. São Paulo Martins Fontes
,1999, 2ª ed.
ELIAS,
Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994, PDF.
Disponível em: < http://tinyurl.com/h8meg95 > Acessado em: 14 de novembro
de 2016.
QUINTANEIRO,
Tania at al. “Max Weber” in: Um
toque de clássicos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003, 1ª reimpressão da 2ª
ed. rev. ampl.
WEBER,
Max apud QUINTANEIRO, Tania at al. “Max
Weber” in: Um toque de clássicos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003, 1ª
reimpressão da 2ª ed. rev. ampl.
WEBER,
Max. “Conceitos sociológicos
fundamentais”. Covilhã: LusoSofia. PDF. Disponível em: < http://tinyurl.com/h963aht
> Acessado em: 14 de novembro de 2016

Nenhum comentário:
Postar um comentário