terça-feira, 15 de novembro de 2016

Clube da Luta: Dicotomia sociedade e individuo

Sumário

 

Introdução


Clube da luta (Fight Club) é um filme de 1999, com direção de David Fincher e roteiro de Jim Uhls, adaptado do livro homônimo de Chuck Palahniuk. Baseia-se na relação entre o narrador “Jack” e sua sombra Tyler Durden que formam juntos um clube, que dá nome ao filme. O seguinte trabalho irá traçar um tipo ideal para os integrantes do Clube da luta por meio da análise das personalidades do narrador e Tyler Durden. Para tanto, reporto-me às teorias sociológicas de Max Weber e analisarei as seguintes categorias: dominação, tipo ideal, ação social.

O trabalho dialogará com a sociologia de Durkheim e demonstrará as diferenças ao utilizar ambos os métodos em um mesmo objeto. O maior desafio para o trabalho será, sem dúvida, mesclar entre as duas abordagens, pois, ambas solicitam posicionamentos diferentes quanto ao objeto de estudo. Uma a durkheimiana, e a crença na análise positiva das coisas, e outra, a weberiana, admitindo a impossibilidade de se ver separado do objeto.

O grande objetivo do trabalho é realizar a discussão sobre a dicotomia “indivíduo e sociedade”, e analisar a possibilidade de existir forças que se interagem em oposição entre si. Para auxiliar nessa relação de forças recorro ao conceito de configuração ou figuração do Norbert Elias. Assim, ao invés de uma simples análise dos acontecimentos do filme, a pesquisa pretende analisar os métodos dos autores em sua completude. Esse trabalho não possui um caráter conclusivo.







1.   Clube da Luta como fato social


O Clube da Luta é um ambiente onde indivíduos, exclusivamente do sexo masculino, se encontram e disputam lutas violentas. Adiante no filme, há uma nova finalidade para o Clube da Luta, que acaba se tornando um grupo antimaterialista, anticapitalista que pratica crimes com a finalidade de afrontar o sistema. Como explicar o Clube da Luta? Por que pessoas se comprometeriam com um grupo a ponto de querer destruir a ordem social existente? Qual a força que os rege?

Para Durkheim somente um fato social, geral, coercitivo e externo ao grupo explicaria como os indivíduos se comprometeriam de tal forma. Na visão de Durkheim, o narrador “Jack”, sofre uma forte coerção da sociedade para viver uma vida comum numa sociedade capitalista, ou seja, trabalhar e consumir. A sociedade pressiona o indivíduo a manter-se nesse padrão e quando há um desvio de comportamento, há uma reação da sociedade que tenta arrastá-lo para um ponto de convergência. Durkheim sobre isso diz,

“Se tento violar as regras do direito, elas reagem contra mim para impedir meu ato, se estiver em tempo, ou para anulá-lo e restabelecê-lo em sua forma normal, se tiver sido efetuado e for reparável, ou para       fazer com que eu o expie, se não puder ser reparado de outro modo. Em se tratando de máximas puramente morais, a consciência pública reprime todo ato que as ofenda através da vigilância que exerce sobre a conduta dos cidadãos e das penas especiais de que dispõe. (Durkheim, 2007, p.2 – 3)”

Durkheim, diria que Jack, ao perceber o que era a sociedade capitalista e materialista, e não estando sobre a influência dela, começa a perceber sua própria essência como indivíduo,
“Assim, a partir do momento em que a assembléia se dissolve, em que essas influências cessam de agir sobre nós e nos vemos de novo a sós, os sentimentos vividos nos dão a impressão de algo estranho no qual não mais nos reconhecemos. Então nos damos conta de que sofremos esses sentimentos bem mais do que os produzimos. Pode acontecer até que nos causem horror, tanto eram contrários à nossa natureza. (DURKHEIM, 2007, p.5)”

O Clube da Luta seria, conforme o autor, uma corrente social, ou seja, um ambiente constituído de moral própria e de organização definida e seria o poder coercitivo dessa moral, a força que regeria os indivíduos no Clube da Luta que seria forte o suficiente para fazê-los enfrentarem outra ordem social já estabelecida, conforme Durkheim:

“(...) só há fato social onde há organização definida. Mas existem outros fatos que, sem apresentar essas formas cristalizadas, têm a mesma objetividade e a mesma ascendência sobre o indivíduo. É o que chamamos de correntes sociais. Assim, numa assembléia, os grandes movimentos de entusiasmo ou de devoção que se produzem não têm por lugar de origem nenhuma consciência particular. Eles nos vêm, a cada um de nós, de fora e são capazes de nos arrebatar contra a nossa vontade. (DURKHEIM, 2007, p. 4-5)

Percebemos que à medida que o Clube da Luta vai crescendo, faz-se necessária a formulação de regras entre os lutadores, divisão técnica ou social do trabalho e isso gera para o grupo a solidariedade necessária para sua existência. O primeiro efeito dessa solidariedade é, portanto, a punição para os atos desviantes. De forma que, falar do Clube da Luta, ou conspirar contra ele, ou fazer perguntas sobre ele é prontamente reprimido, regra aplicada de forma geral, mesmo contra seu criador Jack (personificando Tyler Durden).

Isso se deve ao fato de tratar-se de um grupo social considerado “inferior” onde, de modo geral, o direito é “quase exclusivamente penal”. É assim que indivíduos perfeitamente inofensivos na maior parte do tempo podem ser levados a atos de atrocidade quando reunidos em multidão.” (Durkheim, 1999, p.48).
  

2.   Análise Weberiana do Clube da Luta


O Clube da Luta na análise weberiana seria compreendido primeiramente pelos indivíduos que o formam, a partir de suas ações compreensíveis. Para tanto, vou delimitar a análise no ‘Jack’ olhando-o sem considerar sua sombra ‘Tyler Durden’. Em condições normais de análise não seria possível verificar, sem apelar à psicologia, a existência de uma segunda personalidade atuando em Jack. Para a análise sociológica não é possível levar em conta o estado psicofísico dos indivíduos, assim diz Weber:

“Uma acção significativa, isto é, compreensível, não se dá em muitos casos de processos psicofísicos, e noutros só existe para os peritos; os processos místicos e, por isso, não adequadamente comunicáveis por meio de palavras não são de todo compreensíveis para os que não estão abertos a semelhantes vivências.” (WEBER, 2010, p.8)

Podemos encontrar convicções chave de Jack para a compreensão do Clube e formação de um tipo ideal,
“Para compreender uma ação através do método científico, o sociólogo trabalha então com uma elaboração limite, essencial para o estudo sociológico, que chama de tipos puros ou ideais, vazios de realidade concreta ou estranhos ao mundo, ou seja: abstratos, conceituais.” (QUINTANEIRO et al., 2003, p.105)

Podemos listar aqui algumas convicções (sobretudo políticas e filosóficas) em comum entre os indivíduos do Clube da Luta com seus criadores como, o desapego ao consumo, anticapitalismo, sofrimento como forma de superação das fraquezas. Essas são algumas características do Clube da Luta, que convergem com características pessoais de seus criadores. Portanto, as ações dos indivíduos estão orientadas para essa perspectiva.

Quando “Bob”, realizando uma das missões designadas, explode um monumento e o faz rolar contra uma cafeteria de franquia, sob a perspectiva do tipo ideal, criada para o Clube da Luta, podemos perceber que as ações são racionais e que elas possuem finalidades e valores que as guiam. A finalidade, para esse exemplo, seria o cumprimento do “projeto destruição”, previamente discutido, instrumentalizado e planejado e orientado pela crença anticapitalista e anticonsumista. Outro exemplo são as explosões dos apartamentos e prédios, realizadas com a mesma finalidade, orientadas sob a mesma crença.

Então aparece a primeira grande dificuldade do método weberiano, pois, até onde poderemos delimitar a racionalidade das ações? Ou seja, cabe perguntar, o que distingue, dentro do método weberiano, uma ação racional da irracional? Para Weber as ações baseadas em tradições ou conduzidas por emoções, que possuam uma conexão de sentido subjetiva entre os indivíduos são consideradas irracionais. Se atentando exclusivamente na figura de Jack, sem considerar sua personagem inconsciente Tyler Durden poderia ser considerada irracional? Conforme Quintaneiro at al. analisando a sociologia de Weber sim,

Diz-se que o sujeito age de modo afetivo quando sua ação é inspirada em suas emoções imediatas - vingança, desespero, admiração, orgulho, medo, inveja, entusiasmo, desejo, compaixão, gosto estético ou alimentar etc. - sem consideração de meios ou de fins a atingir. (QUINTANEIRO at al., 2003, p.107)

Sob essa perspectiva, Jack teria realizado uma ação irracional emotiva, a priori, uma vez que não considerou o método, portanto os meios, para atingir seus objetivos, não há como falar numa ação puramente racional. O analista, ao deparar-se com as ações não pode vislumbrar encontrar ações que sejam puramente racionais, como não pode vislumbrar o contrário, que ações são puramente irracionais.

Tudo dependerá do ponto de vista escolhido. Cabe ao cientista social conseguir observar o maior número possível de variantes dentro do tipo ideal formado. A qualidade do tipo ideal se dará quanto mais da realidade ele consegue se aproximar.

Outro fator importante, que deve ser considerado é quem, dentro do grupo, detêm o poder e de que forma esse indivíduo exerce o poder. Para responder a essa questão Weber criou uma categoria específica, a dominação. É por meio da dominação que Weber explica como uma determinada estrutura social se mantém e como o poder se articula dentro dessa estrutura. Dominação é:

“Os meios utilizados para alcançar o poder podem ser muito diversos, desde o emprego da simples violência até a propaganda e o sufrágio por procedimentos rudes ou delicados: dinheiro, influência social, poder da palavra, sugestão e engano grosseiro, tática mais ou menos hábil de obstrução dentro das assembléias parlamentares.” (WEBER apud QUINTANEIRO at al, 2003, p.119)

Weber classificou a dominação em três tipos legítimos que são: a legal, a tradicional e a carismática.
“a do “ontem eterno”, isto é, dos mores santificados pelo reconhecimento inimaginavelmente antigo e da orientação habitual para o conformismo. É o domínio tradicional exercido pelo patriarca e pelo príncipe patrimonial de outrora. (...) A do dom da graça (carisma) extraordinário e pessoal, a dedicação absolutamente pessoal e a confiança pessoal na revelação, heroísmo ou outras qualidades da liderança individual. É o domínio carismático exercido pelo profeta ou - no campo da política - pelo senhor de guerra eleito, pelo governante plebiscitário, o grande demagogo ou o líder do partido político. Finalmente, há o domínio da legalidade, em virtude da fé na validade do estatuto legal e da competência funcional, baseada em regras racionalmente criadas. Nesse caso, espera-se o cumprimento das obrigações estatutárias. É o domínio exercido pelo moderno servidor do Estado e por todos os portadores do poder que, sob este aspecto, a ele se assemelham.” (WEBER apud QUINTANEIRO at al, 2003, p.120)

O tipo de dominação que Jack (sob o nome de Tyler Durden) provoca nos indivíduos é uma dominação carismática. Carismática porque, os demais indivíduos do grupo vêm em sua causa legitimidade e dotada de qualidades. À medida que o grupo vai se estruturando em torno de regras próprias, essa dominação foi se tornando uma dominação legal, pois há fé no cumprimento dessas leis. Não fale sobre o clube da luta, não faça perguntas, lute em duplas até que um desista são exemplos de uma dominação gerada por essas regras. E mais, é provável que conforme foram chegando novos membros essas regras foram passadas na forma de tradição, ou seja, as ações conforme passam as gerações num grupo vão saindo do campo da racionalidade.

3.   A dicotomia sociedade x indivíduo por Norbert Elias


Até aqui vimos duas abordagens distintas para a análise da sociedade.  Ambas buscam explicar a sociedade. No caso de Durkheim o indivíduo é tomado por uma força superior que para ele, era a sociedade e que tal formava os indivíduos. No caso de Weber, o contrário, o indivíduo era o formador da sociedade por meio de suas ações. São movimentos e percepções opostas, mas será que seriam oposições não complementares, ou uma dicotomia, ou seja, opostas e complementares? Para Norbert Elias era exatamente esse o caso.

Norbert Elias questionava as duas linhas de pensamento, tanto durkheimiana, quanto weberiana, sobre isso argumentava,

“Ao lidarem com um gênero literário, buscam o escritor que constituiu o que os outros seguiram como modelo. Ao depararem com formações em que esse tipo de explicação é difícil — a linguagem ou o Estado, por exemplo —, ao menos procedem como se essas formações sociais pudessem ser explicadas da mesma forma que as outras, aquelas que seriam deliberadamente produzidas por pessoas isoladas para fins específicos. Podem argumentar, por exemplo, que a finalidade da linguagem é a comunicação entre as pessoas, ou que a finalidade do Estado é a manutenção da ordem — como se, no curso da história da humanidade, a linguagem ou a organização de associações específicas de pessoas sob a forma de Estados tivesse sido deliberadamente criada para esse fim específico por indivíduos isolados, como resultado de um pensamento racional. E, com bastante freqüência, ao serem confrontados com fenômenos sociais que obviamente não podem ser explicados por esse modelo, como é o caso da evolução dos estilos artísticos ou do processo civilizador, seu pensamento estanca. Param de formular perguntas.” (ELIAS, 1994, p.53-54)

Nessa argumentação, Norbert Elias critica o método sociológico weberiano que seria incapaz de responder questões com relação aos processos formadores por meio da análise dos indivíduos orientados por ações racionais com relação a fins. Para Elias o método seria incapaz de explicar a mudança nos meios de vida das pessoas, sobre isso ele diz,

“Ela só existe porque existe um grande número de pessoas, só continua a funcionar porque muitas pessoas, isoladamente, querem e fazem certas coisas, e no entanto sua estrutura e suas grandes transformações históricas independem, claramente, das intenções de qualquer pessoa em particular.” (ELIAS, 1994, p.12)

Sobre o campo durkheimiano Elias diz,

No campo oposto, essa abordagem das formações históricas e sociais é amiúde tratada com desdém. Nele, o ser humano, como indivíduo, mal chega a desempenhar algum papel. Os modelos de pensamento aí utilizados são, primordialmente, modos de explicação extraídos das ciências puras ou aplicadas. Mas, como tantas vezes acontece quando se transferem modelos conceituais de um campo para outro, os modelos científicos tendem a assumir um caráter metafísico que, dependendo das necessidades e preferências de seus usuários, pode saber mais a uma religião da razão ou a uma fé mística. Basicamente, podem-se distinguir duas tendências predominantes nesse campo. Comum a ambas é o esforço de explicar as formações e processos sócio-históricos como produtos necessários da ação de forças supraindividuais anônimas, que são quase totalmente imunes à intervenção humana. (ELIAS, 1994, p.54)

Até aqui vimos críticas severas a ambos os métodos, porém, a intenção de Elias não era descartar as preposições acima, mas concilia-las e formar um método de análise que considere ambas, ou seja, ele defende um método de análise que não seja radical, seja para o indivíduo, seja para as instituições sociais. Ele diz,

Toda sociedade grande e complexa tem, na verdade, as duas qualidades: é muito firme e muito elástica. Em seu interior, constantemente se abre um espaço para as decisões individuais. Apresentam-se oportunidades que podem ser aproveitadas ou perdidas. Aparecem encruzilhadas em que as pessoas têm de fazer escolhas, e de suas escolhas, conforme sua posição social, pode depender seu destino pessoal imediato, ou o de uma família inteira, ou ainda, em certas situações, de nações inteiras ou de grupos dentro delas. (...) Mas as oportunidades entre as quais a pessoa assim se vê forçada a optar não são, em si mesmas, criadas por essa pessoa. São prescritas e limitadas pela estrutura específica de sua sociedade e pela natureza das funções que as pessoas exercem dentro dela. E, seja qual for a oportunidade que ela aproveite, seu ato se entremeará com os de outras pessoas; desencadeará outras seqüências de ações, cuja direção e resultado provisório não dependerão desse indivíduo, mas da distribuição do poder e da estrutura das tensões em toda essa rede humana móvel. (ELIAS, 1994, p.40)

Utilizando o método de Elias, ele diria que o Clube da Luta possui uma configuração enquanto grupo social e é essa configuração que irá nortear as decisões, conforme a posição da pessoa no grupo e o do poder que essa pessoa possui que desencadeará outro grupo de ações das quais ela pode não ter poder algum.

Se analisarmos a cena de ‘Bob’ percebemos que ele só realizou essa ação porque o Clube da Luta se configurou de tal forma que a única opção de ação que Bob tinha, tendo em vista sua posição no grupo, era de executar a explosão do monumento e destruir a cafeteria. Essa ação desencadeou a reação da polícia, que tendo poder legítimo sob o uso da força (concedido pelo Estado) decidiu atirar em ‘Bob’, atingindo-o na cabeça.

Analisando mais de perto o policial percebemos que a decisão de atirar em Bob é claramente racional e tinha por finalidade deter o homem que explodiu o monumento, porém, só foi possível devido uma configuração social específica que limitou sua decisão. Portanto a decisão dele é tanto individual quanto social.

Considerações Finais


O Clube da luta é um ótimo exemplo para expor as dificuldades encontradas por ambos os métodos, seja de Durkheim, seja de Weber, pois possui peculiaridades intrínsecas ao arcabouço ideológico de ambas. Nenhuma das teorias quando colocadas de forma isoladas puderam analisar o grupo ou indivíduos de forma completa.

Porém, é perceptível que, embora opostas, nenhuma parece desencadear a negação da outra e esse trabalho, ao invés de buscar a resposta no conflito das teorias, encontrou na relação delas, e por isso se encaixa perfeitamente o trabalho de Norbert Elias, um método sociológico mais completo e menos radical.

O método das configurações de Norbert Elias serve seja para a análise dos pequenos grupos sociais como a família ou tribos urbanas, como também para relações internacionais entre países ou continentes, e é de grande valor para o cientista social a compreensão desse modelo de análise, principalmente em um mundo globalizado como o que vivemos.

O trabalho, como precedido, não possui caráter conclusivo, pois ficam abertas questões importantes sobre os fatores psicológicos encontrados durante todo o filme. Embora respondido pelos autores como indesejável ao método sociológico (seja ele qual for), me parece importante compreender as ações e até a própria estrutura social por meio da saúde mental de seus indivíduos, visto que numa correlação sociedade/indivíduo, as decisões passam por um processo mental intenso. 

Referências


DURKHEIM, Émile. “O que é fato social?” in: As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2007, 3ª ed.
DURKHEIM, Émile. “Solidariedade mecânica ou por similitudes” in: Da divisão do trabalho social. São Paulo Martins Fontes ,1999, 2ª ed.
ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994, PDF. Disponível em: < http://tinyurl.com/h8meg95 > Acessado em: 14 de novembro de 2016.
QUINTANEIRO, Tania at al. “Max Weber” in: Um toque de clássicos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003, 1ª reimpressão da 2ª ed. rev. ampl.
WEBER, Max apud QUINTANEIRO, Tania at al. “Max Weber” in: Um toque de clássicos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003, 1ª reimpressão da 2ª ed. rev. ampl.

WEBER, Max. “Conceitos sociológicos fundamentais”. Covilhã: LusoSofia. PDF. Disponível em: < http://tinyurl.com/h963aht > Acessado em: 14 de novembro de 2016

Nenhum comentário:

Postar um comentário